O crescimento acelerado da inteligência artificial tem levado cada vez mais investidores a procurar formas de investir na OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT. Apesar de a OpenAI ainda não estar cotada em bolsa, os rumores sobre um possível IPO da OpenAI em 2026 têm despertado um forte interesse por parte dos mercados. Enquanto não é possível comprar ações da OpenAI diretamente, existem várias formas de obter exposição indireta ao crescimento da empresa e do setor da inteligência artificial através de ações, ETFs e empresas parceiras. Neste guia explicamos como investir na OpenAI, o que se sabe sobre o potencial IPO e quais as alternativas atualmente disponíveis para investidores particulares.
O crescimento acelerado da inteligência artificial tem levado cada vez mais investidores a procurar formas de investir na OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT. Apesar de a OpenAI ainda não estar cotada em bolsa, os rumores sobre um possível IPO da OpenAI em 2026 têm despertado um forte interesse por parte dos mercados. Enquanto não é possível comprar ações da OpenAI diretamente, existem várias formas de obter exposição indireta ao crescimento da empresa e do setor da inteligência artificial através de ações, ETFs e empresas parceiras. Neste guia explicamos como investir na OpenAI, o que se sabe sobre o potencial IPO e quais as alternativas atualmente disponíveis para investidores particulares.
IPO da OpenAI: quando poderá entrar em bolsa?
A OpenAI, criadora do ChatGPT, é atualmente uma empresa privada e não está cotada em bolsa. Por esse motivo, os investidores particulares não podem comprar ações da OpenAI através de corretoras ou plataformas de investimento.
Nos últimos meses, porém, têm surgido várias notícias e especulações sobre um possível IPO (Oferta Pública Inicial) da OpenAI. Segundo informações divulgadas por meios financeiros internacionais como o Wall Street Journal e a Reuters, a empresa terá mantido contactos com bancos de investimento de referência para avaliar diferentes cenários de entrada em bolsa.
Até ao momento, a OpenAI não confirmou oficialmente qualquer data para uma oferta pública inicial. Ainda assim, alguns analistas apontam para uma potencial entrada em bolsa durante 2026, com setembro e o quarto trimestre do ano a surgirem frequentemente entre as janelas mais referidas pelo mercado.
Importa salientar que qualquer IPO dependerá de múltiplos fatores, incluindo condições de mercado, requisitos regulatórios e decisões estratégicas da própria empresa.
O interesse dos investidores tem sido impulsionado pelo rápido crescimento da OpenAI e pela forte adoção do ChatGPT. Caso venha a concretizar-se, esta poderá tornar-se uma das maiores estreias bolsistas da história recente do setor tecnológico.
Enquanto a empresa permanecer privada, os investidores que procuram exposição à OpenAI podem considerar alternativas como ações de empresas parceiras, incluindo a Microsoft, Nvidia, Amazon, Robinhood, ou ETFs focados em inteligência artificial.
Posso comprar ações da OpenAI antes do IPO?
Atualmente, não. As ações da OpenAI não estão disponíveis para investidores de retalho.
Em algumas situações, investidores institucionais e fundos especializados conseguem obter exposição através de mercados privados ou rondas de financiamento, mas estas oportunidades não estão normalmente acessíveis ao público em geral.
Para a maioria dos investidores, a forma mais prática de acompanhar o crescimento da OpenAI continua a ser através de empresas cotadas que beneficiam diretamente do desenvolvimento da inteligência artificial.
OpenAI vs Anthropic: qual poderá chegar primeiro à bolsa?
A OpenAI e a Anthropic são atualmente duas das empresas privadas mais influentes no setor da inteligência artificial generativa. Ambas desenvolveram modelos avançados de IA e atraíram investimentos significativos de algumas das maiores empresas tecnológicas do mundo. Nos últimos anos, a OpenAI destacou-se pelo sucesso global do ChatGPT, enquanto a Anthropic ganhou relevância com o Claude.
Apesar de nenhuma das empresas estar atualmente cotada em bolsa, têm surgido especulações sobre possíveis IPOs. Em 1 de junho de 2026, a Anthropic apresentou confidencialmente o prospeto S-1 junto da SEC, o que representa o primeiro passo no processo formal de preparação para a sua oferta pública inicial. O número de ações, a faixa de preço e a data de estreia ainda não foram determinados, e a decisão de abrir o capital dependerá das condições de mercado.
A Bloomberg noticiou que a empresa estaria a ponderar uma entrada em bolsa já em outubro, numa corrida com a sua concorrente OpenAI para ser a primeira das grandes startups de IA a ser listada. Assim, a entrega de documentação pela Anthropic pode ser vista por muitos como uma forma de pressão sobre a OpenAI.
Ainda assim, não existe qualquer confirmação oficial sobre datas ou planos concretos para a estreia de qualquer uma destas empresas nos mercados públicos. Caso uma delas avance primeiro para um IPO, poderá abrir caminho para uma nova geração de empresas de inteligência artificial cotadas em bolsa, oferecendo aos investidores uma exposição mais direta ao crescimento deste setor.
💡Leia a análise da XTB sobre a Anthropic vs OpenAI na corrida pelo IPO.
Porque é que não existem ações da OpenAI em bolsa?
Apesar de todo o mediatismo em torno da OpenAI, sobretudo desde o lançamento do ChatGPT, a empresa continua a ser privada, o que significa que não tem ações disponíveis para compra em bolsa.
A OpenAI opera com uma estrutura híbrida, composta por duas entidades: uma organização sem fins lucrativos (OpenAI LP) e uma subsidiária com fins lucrativos limitada por um teto de retorno para investidores (capped-profit).
Esta estrutura invulgar foi concebida para permitir a angariação de capital sem comprometer os objetivos éticos da organização no que diz respeito ao desenvolvimento seguro da inteligência artificial geral (Artificial General Intelligence - AGI).
Além disso, como a OpenAI não realizou um IPO, os investidores individuais não têm, atualmente, acesso direto a participações na empresa através de plataformas de negociação como a XTB.
Este fator distingue a OpenAI de outras empresas tecnológicas com capital aberto, como a Nvidia, a Alphabet (Google), a Amazon e a Microsoft, que têm forte presença no mercado e estão disponíveis para negociação em plataformas como a XTB.
No entanto, esta ausência de cotação em bolsa não é sinónimo de falta de oportunidades. Muitos investidores procuram investir na OpenAI de forma indireta, explorando ações de inovação, empresas ligadas à OpenAI ou ETFs de inteligência artificial.
Ao diversificar desta forma, é possível ter exposição à IA mesmo sem acesso direto ao capital da OpenAI.
O que significa investir “indiretamente” na OpenAI?
Na XTB, é possível investir, poupar e negociar uma vasta gama de instrumentos financeiros que oferecem exposição à IA, ainda que indiretamente, incluindo ações de empresas parceiras da OpenAI, ETFs temáticos de IA e outras alternativas ligadas à inovação tecnológica.
Investir “indiretamente” significa, neste contexto, procurar empresas cotadas que colaborem com a OpenAI ou que beneficiem do avanço da IA generativa, como é o caso da Microsoft, da Nvidia e de outras gigantes tecnológicas. Trata-se, assim, de uma forma de estar posicionado num setor em expansão, sem depender exclusivamente de uma empresa privada.
Ao compreender como investir na OpenAI de forma indireta, o investidor pode identificar oportunidades no setor de IA, mantendo uma abordagem informada e estratégica.
Empresas cotadas com ligação estratégica à OpenAI
Uma vez que não é possível investir diretamente na OpenAI, a melhor alternativa é identificar empresas cotadas em bolsa que tenham parcerias estratégicas com a organização. Neste sentido, a Microsoft lidera com destaque.
Microsoft (MSFT)
A Microsoft é, até à data, a principal investidora e parceira estratégica da OpenAI. Desde 2019, investiu mais de 10 mil milhões de dólares na empresa e tem direitos exclusivos de licenciamento do GPT para integração no seu ecossistema. Isto inclui:
- A incorporação do GPT-5 no Bing e no Copilot do Microsoft 365;
- A utilização da tecnologia da OpenAI nos serviços Azure AI;
- O fornecimento da infraestrutura cloud para treinar modelos avançados de IA.
Para quem procura investir na OpenAI, a Microsoft é a forma mais direta de ter exposição à IA generativa, com potencial de valorização à medida que a adoção empresarial cresce.
Nvidia (NVDA)
Outro nome incontornável é a Nvidia, líder no desenvolvimento de semicondutores avançados utilizados para treinar modelos de IA como o ChatGPT.
Embora não tenha uma parceria formal exclusiva com a OpenAI, é uma das empresas mais beneficiadas pelo crescimento da IA, sobretudo em áreas como computação de alto desempenho, centros de dados e modelos de fundação.
Investir na Nvidia é, para muitos, uma estratégia sólida para capitalizar no crescimento da inteligência artificial em geral.
Alphabet (GOOGL), Amazon (AMZN), Meta (META)
Outras gigantes tecnológicas também têm investimentos e iniciativas paralelas à OpenAI, com projetos próprios de IA generativa, nomeadamente:
- A Google, com o Gemini (ex-Bard);
- A Amazon, com o modelo Titan e parcerias com start-ups de IA;
- A Meta, com modelos como o LLaMA;
Estas empresas estão na vanguarda da inovação e integram muitos ETFs de inteligência artificial, o que as torna relevantes para quem pretende investir em IA com maior diversificação.
Start-ups com potencial futuro
Empresas como a Anthropic, a Mistral AI, a Cohere e a Inflection AI têm atraído investimentos significativos de capital de risco e poderão, no futuro, tornar-se candidatas a IPOs.
Embora ainda não estejam acessíveis a negociação na XTB, é possível acompanhar a evolução do setor diretamente na plataforma através das notícias de mercado e delinear estratégias de investimento a médio e longo prazo.
Ao conhecer estas ligações estratégicas, o investidor pode construir um portefólio mais informado, apostando em ações de empresas ligadas à OpenAI e com forte exposição à revolução tecnológica em curso.
Tecnologias fundamentais por detrás do ChatGPT
O sucesso da OpenAI com o ChatGPT não se deve apenas à sua interface conversacional, mas também ao conjunto de tecnologias de ponta que revolucionaram a forma como interagimos com a informação e com a própria inteligência artificial.
1. Modelos de fundação
No centro do ChatGPT estão os chamados modelos de fundação, como o GPT-4 e, mais recentemente, o GPT-5.
Estes modelos de linguagem de grande escala foram treinados com vastos conjuntos de dados e são capazes de compreender, gerar e contextualizar texto com um nível de sofisticação sem precedentes.
A capacidade de adaptação a múltiplas tarefas, de escrever código a interpretar documentos legais, faz deles a espinha dorsal da IA generativa moderna.
2. Infraestruturas de computação avançada
O treino e o funcionamento destes modelos requerem semicondutores altamente especializados, como os fornecidos pela Nvidia, especialmente as GPUs de alto desempenho.
Estes componentes são indispensáveis para processar volumes massivos de dados em tempo real e permitir a evolução contínua da IA. É por isso que empresas como a Nvidia são consideradas pilares nas ações de inteligência artificial e atraem cada vez mais interesse de investidores.
3. Computação em nuvem e escalabilidade
Todas as operações do ChatGPT estão alicerçadas em infraestruturas cloud, sendo a Microsoft Azure a principal plataforma utilizada pela OpenAI.
Esta parceria estratégica garante a escalabilidade necessária para disponibilizar a IA generativa a milhões de utilizadores simultaneamente, algo que só é possível graças a uma integração profunda entre software, hardware e serviços cloud.
4. Aprendizagem por reforço com feedback humano (RLHF)
Entre as técnicas que se tornaram tecnologias-chave no desenvolvimento da IA generativa, destaca-se a aprendizagem por reforço com feedback humano (Reinforcement Learning from Human Feedback - RLHF).
Este processo de treino envolve a intervenção humana para ajustar as respostas geradas por IA com base em critérios como utilidade, segurança e contexto.
Esta abordagem permite tornar os modelos mais alinhados com a comunicação humana e mais eficazes em cenários práticos.
5. APIs e integrações empresariais
A OpenAI disponibiliza a sua tecnologia através de APIs comerciais, utilizadas por milhares de empresas para integrarem a IA nos seus produtos e serviços.
De assistentes virtuais a motores de recomendação, estas integrações estão a tornar-se uma norma nos fluxos de trabalho empresariais.
Ao investirem em tecnologia, muitos investidores procuram empresas que já estão a explorar estas aplicações para aumentarem a produtividade e a inovação.
ETFs focados em inteligência artificial
Para os investidores que procuram exposição à IA sem dependerem de uma única empresa, os ETFs de inteligência artificial representam uma opção diversificada e acessível.
Estes fundos reúnem um conjunto de ações de empresas atuantes em diferentes vertentes do setor, de fabricantes de semicondutores a fornecedores de software e serviços cloud.
O que são ETFs de inteligência artificial?
Um ETF (Exchange-Traded Fund) é um fundo negociado em bolsa que replica o desempenho de um índice ou de um conjunto temático de ativos.
No caso dos ETFs focados em IA, o objetivo é acompanhar empresas diretamente envolvidas no desenvolvimento, na aplicação ou no fornecimento de tecnologias ligadas à inteligência artificial.
Estes ETFs permitem investir em IA de forma simples e diversificada, reduzindo o risco associado à compra individual de ações. São, por isso, uma alternativa especialmente interessante para quem tem um perfil de investimento de médio a longo prazo.
Exemplos de ETFs internacionais com foco em IA
De notar que os ETFs mencionados abaixo são apenas para fins educativos e não constituem qualquer recomendação de investimento.
- Global X Robotics & Artificial Intelligence ETF (BOTZ): investe em empresas globais envolvidas em robótica e IA, incluindo fabricantes de hardware e software;
- iShares Robotics and Artificial Intelligence Multisector ETF (IRBO): mais diversificado, abrange áreas como cloud computing, semicondutores, análise de dados e machine learning;
- WisdomTree Artificial Intelligence UCITS ETF: disponível em plataformas europeias, inclui empresas cotadas na Europa, nos EUA e na Ásia com exposição à IA;
- L&G Artificial Intelligence UCITS ETF: outro exemplo europeu, com foco em empresas de software, cibersegurança e big data aplicados à IA.
Na plataforma da XTB, é possível encontrar vários ETFs temáticos que cobrem setores tecnológicos, incluindo os que dão acesso indireto a ações de inteligência artificial, como as da Nvidia, da Microsoft, da AMD, da Amazon e da Alphabet.
Vantagens dos ETFs de IA
- Diversificação temática e geográfica;
- Exposição a empresas emergentes e líderes consolidados;
- Custos de gestão geralmente inferiores aos dos fundos tradicionais;
- Acesso facilitado através da conta XTB, sem comissões até 100.000 EUR/mês*.
* Ver condições atualizadas na plataforma da XTB.
Ao integrar ETFs de IA no seu portefólio, o investidor ganha exposição a uma das áreas com maior potencial de crescimento nos próximos anos.
Riscos ao investir no setor de IA
Embora a inteligência artificial represente uma das áreas mais promissoras da atualidade, é fundamental compreender que investir em IA envolve riscos como em qualquer outro setor tecnológico de rápido crescimento.
Volatilidade e especulação
Muitas das ações de inteligência artificial registaram valorizações acentuadas nos últimos anos, impulsionadas por grandes avanços tecnológicos e pelo entusiasmo do mercado.
No entanto, esta aceleração pode provocar correções abruptas, sobretudo quando as expectativas ultrapassam os resultados reais das empresas. Neste contexto, a volatilidade tende a ser mais elevada nas fases iniciais do desenvolvimento de novas tecnologias.
Modelos de negócio ainda em evolução
Apesar do potencial, muitas empresas ligadas à IA ainda não comprovaram a viabilidade a longo prazo dos seus modelos de negócio.
Algumas ainda dependem fortemente de capital de risco e não apresentam lucros sustentáveis, o que aumenta o risco de falência, fusão ou desaparecimento de determinados players, sobretudo no segmento de start-ups.
Risco de concentração
Tanto em ações individuais como em ETFs temáticos, pode haver uma concentração excessiva em poucas empresas, como a Nvidia, a Microsoft ou a Alphabet, o que expõe o investidor a riscos específicos relacionados com o desempenho dessas entidades.
Esta falta de diversificação torna o portefólio mais vulnerável a oscilações bruscas.
Incerteza regulatória e ética
A velocidade a que a IA está a evoluir tem suscitado questões regulatórias e éticas a nível global.
Questões como privacidade de dados, uso indevido de modelos de IA, propriedade intelectual e até automatização de empregos podem gerar entraves legislativos ou reputacionais, com impacto direto nas empresas do setor.
Dificuldade na avaliação
Muitas ações de inovação ligadas à IA estão cotadas com múltiplos elevados (ex.: P/E ratios altos), o que reflete uma expectativa de crescimento futuro.
A avaliação do valor real destas empresas pode ser desafiante, sobretudo quando os lucros são escassos ou inexistentes.
Em suma, estar consciente destes riscos é essencial para investir de forma informada. Na XTB, é possível encontrar conteúdos educativos, análises de mercado e ferramentas que ajudam a avaliar o setor da tecnologia e a construir um portefólio equilibrado.
IA generativa: impacto no mercado financeiro
A chegada da IA generativa, com modelos como o ChatGPT, marcou um ponto de viragem não apenas na tecnologia, mas também nos mercados financeiros.
O seu impacto já é visível tanto nas estratégias das empresas cotadas como nos comportamentos dos investidores.
Valorização das empresas ligadas à IA
Nos últimos anos, assistimos a uma forte valorização das ações de empresas ligadas à OpenAI ou que integram tecnologias semelhantes nos seus produtos.
Exemplos como a Nvidia, a Microsoft e outras empresas do setor tecnológico viram os seus títulos subir significativamente, refletindo o entusiasmo do mercado em torno do potencial da inteligência artificial.
Novos produtos financeiros e serviços automatizados
A IA generativa está também a transformar o próprio setor financeiro. Plataformas de investimento como a xStation 5 da XTB começam a integrar funcionalidades baseadas em IA para:
- Apoiar a análise de mercado;
- Automatizar relatórios e previsões;
- Melhorar a experiência do utilizador nas plataformas de negociação.
Estas mudanças apontam para um futuro em que investir, poupar e negociar será cada vez mais simples graças ao uso de ferramentas inteligentes, uma tendência que deverá ganhar ainda mais força nos próximos anos.
Transformação operacional nas empresas cotadas
A adoção da IA generativa em setores como a banca, os seguros, a consultoria e a indústria está a levar à automatização de tarefas repetitivas e à melhoria da eficiência operacional.
Esta evolução pode ter impacto direto nos resultados financeiros das empresas e, por conseguinte, na valorização das respetivas ações, um fator relevante para quem procura investir em tecnologia.
Novas tendências de investimento
O avanço da IA generativa tem moldado as tendências de investimento em tecnologia, levando os investidores a focar-se em setores e empresas com elevado potencial de integração desta tecnologia, como a saúde digital, o marketing automatizado e o apoio jurídico com recurso à IA.
Em conclusão, a IA generativa está a tornar-se um fator determinante no desempenho das empresas cotadas e, por isso, deve ser acompanhada de perto por quem procura exposição à IA no seu portefólio de investimento.
Como construir um portefólio com exposição à IA
Construir um portefólio com exposição à IA não implica apostar tudo numa só empresa ou produto. Pelo contrário, exige uma abordagem estratégica, informada e equilibrada que combine diferentes tipos de ativos ligados ao setor da inteligência artificial.
1. Combine ações individuais com ETFs temáticos
Uma das formas mais diretas de investir em IA é através da compra de ações de empresas tecnológicas com papel relevante no desenvolvimento ou na integração de inteligência artificial, como a Microsoft, a Nvidia, a Alphabet ou a Amazon.
No entanto, para reduzir o risco e aumentar a diversificação, é aconselhável complementar essa estratégia com ETFs de inteligência artificial, que oferecem acesso a dezenas de empresas do setor num único produto.
Na plataforma da XTB, é possível aceder a ambos os tipos de instrumentos e acompanhar a sua evolução com gráficos avançados, análises técnicas e notícias em tempo real.
2. Escolha empresas com modelos de negócio sustentáveis
Nem todas as empresas de IA apresentam o mesmo grau de maturidade. Ao selecionar ativos, vale a pena dar preferência a empresas com:
- Receitas crescentes associadas à IA;
- Produtos ou serviços com adoção comprovada;
- Integração real da IA nos seus processos operacionais;
- Vantagens competitivas duradouras.
Esta análise fundamental ajuda a evitar investimentos excessivamente especulativos ou dependentes de tendências passageiras.
3. Defina o seu horizonte temporal e o seu perfil de risco
A inteligência artificial é um setor com enorme potencial de crescimento, mas também com volatilidade significativa. Por isso, é importante:
- Definir um objetivo claro (curto, médio ou longo prazo);
- Avaliar o nível de risco aceitável;
- Evitar decisões impulsivas baseadas na euforia de mercado.
A construção de um portefólio de longo prazo pode beneficiar de uma abordagem gradual, com reforços periódicos de posição e reavaliação regular da alocação de ativos.
4. Acompanhe as tendências e mantenha-se informado
O setor da IA evolui rapidamente, pelo que manter-se informado é crucial para ajustar o portefólio sempre que necessário. Na xStation 5, os investidores têm acesso a:
- Notícias de mercado em tempo real;
- Análises de ações e ETFs tecnológicos;
- Calendário económico e relatórios de resultados.
Estas ferramentas são úteis para monitorizar as tendências de investimento em tecnologia e tomar decisões mais fundamentadas.
Ter exposição à IA não é apenas uma aposta no futuro da tecnologia. É também uma forma de posicionar o portefólio em áreas com forte potencial de inovação, disrupção e valorização. A chave está no equilíbrio entre ambição e prudência.
Considerações finais
A inteligência artificial está a transformar a economia global e a criar novas oportunidades de investimento em diversos setores. Neste contexto, a OpenAI destacou-se como uma das empresas mais influentes da nova geração tecnológica graças ao sucesso do ChatGPT e ao desenvolvimento de modelos avançados de IA.
Embora ainda não seja possível investir diretamente na OpenAI, os rumores sobre um potencial IPO da empresa continuam a atrair a atenção dos investidores. Caso a entrada em bolsa venha a acontecer, poderá representar um dos eventos mais relevantes dos mercados financeiros nos próximos anos.
Até lá, os investidores podem obter exposição ao crescimento da inteligência artificial através de ações de empresas ligadas à OpenAI, como a Microsoft e a Nvidia, bem como através de ETFs especializados no setor.
Com a XTB, é possível investir, poupar e negociar numa ampla gama de instrumentos financeiros associados à inovação tecnológica, acompanhando de perto a evolução da inteligência artificial e das empresas que lideram esta transformação.
Independentemente da estratégia escolhida, é importante recordar que investir em tecnologia implica riscos e exige uma análise cuidadosa. Diversificação, horizonte temporal adequado e uma gestão prudente do risco continuam a ser fatores fundamentais para construir um portefólio sólido e sustentável.
FAQ
Não. A OpenAI continua a ser uma empresa privada e não está cotada em bolsa. Por esse motivo, os investidores particulares não podem comprar ações da OpenAI através da XTB ou de outras corretoras.
Na xStation 5, pode encontrar vários ETFs tecnológicos que dão exposição ao setor da IA. Alguns exemplos incluem ETFs como o Global X Robotics & Artificial Intelligence ETF (BOTZ) ou o L&G Artificial Intelligence UCITS ETF, entre outros.
A disponibilidade pode variar, pelo que recomendamos consultar a plataforma para obter mais detalhes.
Como qualquer investimento em setores emergentes, o setor da inteligência artificial envolve volatilidade e risco.
As empresas tecnológicas podem valorizar rapidamente, mas também sofrer correções significativas. Por esta razão, é fundamental diversificar e ajustar a exposição à IA ao seu perfil de risco e ao seu horizonte temporal.
Não. Através da XTB, pode começar a investir em ações e ETFs com valores acessíveis, sem comissões até 100.000 EUR/mês (consulte as condições atualizadas). Isto permite construir um portefólio com exposição à IA de forma gradual e adaptada ao seu orçamento.
A xStation 5 disponibiliza ferramentas úteis para acompanhar o setor, como notícias de mercado em tempo real, análises de empresas tecnológicas, relatórios de resultados e gráficos avançados. Pode ainda aceder a conteúdos educativos e webinars sobre como investir em tecnologia e inovação.
A OpenAI não anunciou oficialmente uma data para a sua entrada em bolsa. No entanto, alguns analistas e meios financeiros internacionais têm especulado que um IPO poderá ocorrer durante o quarto trimestre de 2026. Estas previsões permanecem não confirmadas e dependem das condições de mercado e da aprovação regulatória.
A forma mais comum é investir indiretamente em empresas com forte ligação à OpenAI, como a Microsoft, ou através de ETFs focados em inteligência artificial que incluem empresas beneficiárias do crescimento da IA.
Pode acompanhar notícias sobre a OpenAI, possíveis anúncios de IPO e a evolução do setor da inteligência artificial através das análises de mercado com notícias em tempo real ou conteúdos educativos da XTB e de meios financeiros especializados.
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Este material é uma comunicação de marketing na aceção do artigo 24.º, n.º 3, da Diretiva 2014/65 / UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de maio de 2014, sobre os mercados de instrumentos financeiros e que altera a Diretiva 2002/92 / CE e Diretiva 2011/61/ UE (MiFID II). A comunicação de marketing não é uma recomendação de investimento ou informação que recomenda ou sugere uma estratégia de investimento na aceção do Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril de 2014 sobre o abuso de mercado (regulamentação do abuso de mercado) e revogação da Diretiva 2003/6 / CE do Parlamento Europeu e do Conselho e das Diretivas da Comissão 2003/124 / CE, 2003/125 / CE e 2004/72 / CE e do Regulamento Delegado da Comissão (UE ) 2016/958 de 9 de março de 2016 que completa o Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas técnicas regulamentares para as disposições técnicas para a apresentação objetiva de recomendações de investimento, ou outras informações, recomendação ou sugestão de uma estratégia de investimento e para a divulgação de interesses particulares ou indicações de conflitos de interesse ou qualquer outro conselho, incluindo na área de consultoria de investimento, nos termos do Código dos Valores Mobiliários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de Novembro. A comunicação de marketing é elaborada com a máxima diligência, objetividade, apresenta os factos do conhecimento do autor na data da preparação e é desprovida de quaisquer elementos de avaliação. A comunicação de marketing é elaborada sem considerar as necessidades do cliente, a sua situação financeira individual e não apresenta qualquer estratégia de investimento de forma alguma. A comunicação de marketing não constitui uma oferta ou oferta de venda, subscrição, convite de compra, publicidade ou promoção de qualquer instrumento financeiro. A XTB, S.A. - Sucursal em Portugal não se responsabiliza por quaisquer ações ou omissões do cliente, em particular pela aquisição ou alienação de instrumentos financeiros. A XTB não aceitará a responsabilidade por qualquer perda ou dano, incluindo, sem limitação, qualquer perda que possa surgir direta ou indiretamente realizada com base nas informações contidas na presente comunicação comercial. Caso o comunicado de marketing contenha informações sobre quaisquer resultados relativos aos instrumentos financeiros nela indicados, estes não constituem qualquer garantia ou previsão de resultados futuros. O desempenho passado não é necessariamente indicativo de resultados futuros, e qualquer pessoa que atue com base nesta informação fá-lo inteiramente por sua conta e risco.